Pedestres acionaram a Polícia Militar e impediram novas agressões contra uma professora de 41 anos no início da noite desta segunda-feira (2), na avenida João Ramalho, na zona sul da cidade.
Segundo a vítima, ela foi buscar o companheiro, de 34 anos, em um ponto de ônibus. No trajeto, o carro ficou sem combustível e precisou parar.
Assim que desceu do veículo, o homem passou a demonstrar sinais de embriaguez e iniciou uma sequência de agressões.
A professora relatou que sofreu socos e chutes, com lesões no olho direito, no lado esquerdo do rosto e nas costas. Além disso, o agressor fez ameaças e a ofendeu verbalmente.
Enquanto isso, pessoas que passavam pelo local presenciaram a violência e acionaram o 190.
Quando a PM chegou, a vítima segurava um galão para buscar combustível. Já o agressor estava nas proximidades, andando de forma instável e com a fala desconexa. Mesmo assim, ele negou os ataques.
No entanto, as testemunhas confirmaram as agressões aos policiais.
O homem, que disse trabalhar como montador, foi detido e levado à Central de Polícia Judiciária (CPJ). A equipe precisou usar algemas, pois ele estava alterado e tentou fugir.
A mulher manifestou o desejo de representar criminalmente contra o companheiro e solicitou medidas protetivas.
O caso foi registrado como violência doméstica, lesão corporal e injúria. A Justiça analisa o pedido de prisão preventiva, e o agressor segue preso.






