Um homem de 36 anos acabou preso em flagrante em Marília após a Polícia Militar localizar uma pistola calibre 9mm enterrada no quintal de uma residência. A ocorrência aconteceu na manhã desta quinta-feira (19), no bairro Vila Real, na zona sul da cidade.
Segundo a polícia, a equipe recebeu a denúncia por volta das 11h20, via 190, informando que um morador teria efetuado disparos de arma de fogo no quintal do imóvel. Diante disso, os policiais seguiram até o endereço para averiguação.
Apreensão ocorreu durante vistoria
No local, a Polícia Militar abordou o suspeito, que inicialmente negou possuir qualquer arma. Ainda assim, ele autorizou a entrada da equipe para vistoria na residência.
Durante a verificação, os policiais encontraram uma cápsula deflagrada de munição calibre 9mm na área externa. Em seguida, ao ser questionado novamente, o homem indicou o ponto onde a arma estaria enterrada, envolta em plástico, no quintal da casa.
No local indicado, a equipe localizou uma pistola Taurus calibre 9mm com numeração raspada. Além disso, os policiais encontraram outros três estojos deflagrados, totalizando quatro cápsulas.
Suspeito apresentou versões diferentes
Conforme o registro policial, o homem afirmou inicialmente que faz uso de entorpecentes e alegou que apenas guardava a arma para terceiros. No entanto, ele se recusou a informar quem seria o proprietário do armamento.
Posteriormente, já na delegacia, apresentou outra versão. Dessa vez, declarou que o quintal seria aberto e que várias pessoas teriam acesso ao local. Além disso, negou saber da existência da arma enterrada e também negou ter efetuado os disparos denunciados.
Ainda durante o procedimento, o suspeito autorizou a realização de exame residuográfico para verificar possível presença de vestígios de disparo em suas mãos.
A polícia autuou o homem por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. A pistola foi apreendida e encaminhada para perícia técnica.
A Justiça analisa o pedido de conversão da prisão em flagrante em preventiva. Não houve arbitramento de fiança, e o indiciado permanece recolhido na Central de Polícia Judiciária, onde aguarda audiência de custódia.






