ZONA SUL

Alunos passam mal após consumir bolo em escola estadual

Onze estudantes foram atendidos na UPA da zona sul e já receberam alta
Reprodução
Reprodução
Ads Banner

Onze estudantes de 12 anos da Escola Estadual Nassib Cury, no bairro Teotônio Vilela, em Marília, precisaram de atendimento médico nesta sexta-feira (27). Os alunos passam mal em escola depois de consumirem um bolo compartilhado na unidade.

Logo após o lanche, os adolescentes relataram dor abdominal, dor de cabeça e episódios isolados de vômito. Diante das queixas, a direção acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e avisou os responsáveis. Em seguida, a equipe encaminhou todos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona sul.

Na UPA, os médicos avaliaram os estudantes imediatamente. Eles receberam medicação, permaneceram em observação e, pouco depois, receberam alta. Nenhum deles precisou de internação. Atualmente, todos apresentam quadro estável e boa evolução clínica.

Caso é tratado como suspeita de intoxicação

A equipe de saúde registrou o caso como suspeita de intoxicação alimentar. Conforme o protocolo sanitário, técnicos recolheram amostras do alimento para análise. Agora, os órgãos competentes investigam as circunstâncias.

Até o momento, a direção não confirmou a origem do bolo. A escola ainda apura se alguém levou o alimento, se a equipe o preparou na unidade ou se a empresa terceirizada o forneceu.

O Governo do Estado informou que acionou o Samu assim que os alunos relataram desconforto. Além disso, destacou que todos já receberam alta médica. Como a alimentação na unidade ocorre de forma descentralizada, a Unidade Regional de Ensino (URE) de Marília mantém contato com a Prefeitura para esclarecer o episódio.

Prefeitura envia equipe à escola

A Prefeitura de Marília confirmou que recebeu a comunicação da direção logo após o café da manhã. Imediatamente, a Divisão de Alimentação Escolar enviou uma equipe técnica até a escola.

No local, os profissionais verificaram os procedimentos de manipulação e distribuição dos alimentos. Também prestaram suporte à empresa terceirizada responsável pelo serviço na rede estadual. Além disso, recolheram amostras dos alimentos servidos e acompanharam as informações sobre o atendimento médico.

A administração municipal reforçou que a alimentação escolar segue as normas da vigilância sanitária e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Por fim, reafirmou o compromisso com a segurança alimentar e o bem-estar dos estudantes.

Compartilhar essa notícia

Ads Banner