ZONA NORTE

PF prende condenada por tentativa de latrocínio em Marília

Mulher planejou crime contra empregador e recebeu pena superior a 15 anos
Divulgação
Divulgação
Ads Banner

A Polícia Federal prendeu uma mulher condenada por tentativa de latrocínio em Marília na manhã deste sábado (21). Os agentes localizaram Andressa Martins Soares em um condomínio no bairro Altos do Palmital, na zona norte.

O caso de tentativa de latrocínio em Marília envolve um crime ocorrido em 2018. Além disso, a Justiça apontou a mulher como responsável por planejar a ação contra o próprio empregador.

Polícia monitorou imóvel antes da prisão

A equipe da Polícia Federal iniciou o monitoramento após receber informações sobre o esconderijo.

Durante dias, os agentes acompanharam a movimentação do imóvel. Em seguida, confirmaram a presença da condenada no local.

Depois disso, os policiais cercaram o condomínio e deram ordem de rendição. Como não havia possibilidade de fuga, ela se entregou.

Condenação ultrapassa 15 anos de prisão

A Justiça condenou Andressa a 15 anos, seis meses e 20 dias de reclusão em regime fechado.

Segundo a decisão, ela atuou como mentora do crime. Além disso, repassou informações detalhadas ao irmão e a um comparsa.

Crime envolveu roubo e disparo contra vítima

O crime ocorreu em fevereiro de 2018, em uma escola técnica de Marília.

Na ocasião, os criminosos invadiram o local, renderam funcionários e roubaram cerca de R$ 16 mil, além de celulares.

Durante a ação, o proprietário levou um tiro no tórax, mesmo sem reagir. Apesar disso, ele sobreviveu após atendimento médico.

Investigação reuniu provas do planejamento

A Polícia Civil reuniu provas que indicam a participação direta da mulher.

Entre os elementos, os investigadores identificaram ligações telefônicas com os executores, mensagens e contradições em depoimentos.

Além disso, a apuração apontou que ela levou o irmão anteriormente ao local para observar a rotina da empresa.

Pena foi agravada e depois reduzida

Inicialmente, a Justiça fixou a pena-base em 20 anos. Em seguida, aumentou a punição para 23 anos e quatro meses devido ao papel de liderança.

No entanto, a Justiça reduziu a pena em um terço porque a vítima sobreviveu. Assim, a condenação final chegou a 15 anos, seis meses e 20 dias.

Justiça destacou gravidade do caso

A decisão destacou a violência do crime, principalmente pelo fato de a vítima ter sido baleada sem reagir.

Além disso, a Justiça negou benefícios como substituição da pena e suspensão condicional.

Após o trânsito em julgado, a Justiça expediu o mandado de prisão. Com isso, a Polícia Federal realizou a captura neste sábado.

Condenada segue sob custódia

Após a prisão, os agentes levaram a mulher à Central de Polícia Judiciária (CPJ).

Ela deve permanecer na carceragem e, em seguida, seguirá para uma unidade prisional da região.

Compartilhar essa notícia

Ads Banner