SAÚDE PÚBLICA

AME em Marília começa a sair do papel

Prefeitura inicia demarcação de área no Lácio e prepara início das obras
Divulgação
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Depois de anos de espera, o projeto do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) começou a avançar em Marília. Agora, a Prefeitura deu o primeiro passo no local onde a unidade será construída.

A equipe iniciou nesta quarta-feira (15) a demarcação do terreno no distrito de Lácio. Além disso, o município já havia doado a área ao Governo do Estado em 2025, que vai conduzir a obra.

Antes disso, na terça-feira (14), secretários municipais se reuniram com representantes da empresa responsável. Assim, eles alinharam os serviços técnicos e organizaram o início dos trabalhos.

Na manhã desta quarta, os secretários Johnny Mota e Tadeu Consoni estiveram no local. Junto com eles, equipes da Saúde e da empresa acompanharam o começo da demarcação.

Próximos passos da obra

Segundo a Prefeitura, a empresa deve iniciar as próximas etapas em breve. Primeiro, ela vai instalar a placa da obra. Em seguida, fará a limpeza do terreno e o cercamento da área.

O projeto prevê uma estrutura grande. Ao todo, o AME terá 26 mil metros quadrados de área, sendo 12 mil de construção.

Além disso, o investimento estimado chega a R$ 106 milhões.

Atendimento para 19 cidades

O novo AME vai atender moradores de 19 municípios da região. Dessa forma, a unidade vai oferecer serviços de média complexidade, com estrutura semelhante à de cidades maiores, como Ribeirão Preto.

No local, os pacientes terão acesso a consultas, exames e cirurgias.

Entre as especialidades estão ortopedia, otorrino, cirurgia geral, plástica, vascular, pediátrica, dermatologia e urologia.

Além disso, o AME vai oferecer exames como raio-X, ultrassom, tomografia, ressonância, endoscopia e colonoscopia. Também haverá atendimento em odontologia, psicologia, nutrição e enfermagem.

O prefeito Vinicius Camarinha afirmou que a obra atende um pedido antigo da população. Segundo ele, a parceria com o Governo do Estado tornou o projeto possível.

Já a secretária da Saúde, Paloma Libanio, destacou que o projeto ficou parado por anos. Agora, com o avanço, a cidade começa a tirar o plano do papel.

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