VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Jovem é preso após grávida denunciar agressões e abuso em Marília

Caso de violência doméstica mobilizou a Polícia Militar na zona oeste da cidade; vítima está grávida de seis meses
Reprodução
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Uma jovem grávida de seis meses denunciou o companheiro por agressões e violência sexual em Marília. O caso aconteceu no Parque das Vivendas, na zona oeste da cidade, e terminou com a prisão em flagrante do rapaz, de 19 anos.

Segundo a apuração, a Polícia Militar recebeu o chamado na manhã de sábado (23), depois que a vítima pediu ajuda na portaria do residencial onde mora.

A jovem contou aos policiais que o companheiro insistia em manter relações sexuais mesmo após várias recusas. Além disso, ela afirmou que o rapaz passou a agir com violência durante as discussões dentro do apartamento.

Conforme o depoimento, o acusado atingiu a cabeça da vítima após ela negar uma relação sexual. No dia seguinte, segundo a jovem, ele voltou a pressioná-la e desferiu um golpe na região da barriga, apesar da gravidez avançada.

Vítima saiu do apartamento e pediu socorro

A situação voltou a se agravar na manhã de sábado. Segundo a vítima, ela acordou com o companheiro tentando retirar sua roupa sem consentimento.

Ao perceber a situação, a jovem gritou e tentou impedir a ação. Em seguida, ainda conforme o relato apresentado à polícia, o rapaz voltou a agredi-la.

Depois disso, a vítima conseguiu deixar o apartamento e correu até a portaria do residencial em busca de ajuda. Pouco depois, policiais militares chegaram ao local e prenderam o suspeito.

Polícia manteve prisão em flagrante

Durante o depoimento, o jovem negou a acusação de violência sexual. Segundo a versão apresentada por ele, o casal discutiu após um desentendimento envolvendo o celular.

O rapaz também alegou que apenas reagiu para se defender durante a briga.

Mesmo assim, o delegado responsável pelo plantão manteve a prisão em flagrante após analisar os relatos e os indícios reunidos pela polícia. A equipe registrou o caso como violência doméstica e tentativa de estupro.

Além disso, a Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em preventiva por considerar existir risco de novas agressões contra a vítima.

Agora, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) acompanha a investigação, enquanto a Justiça analisa o caso.

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