Ola · carregando... · --:-- · --° · localizando...
Carcará

Idosa denuncia furtos e movimentações bancárias em Marília

Prejuízo de R$ 11 mil é investigado pela Polícia Civil

Divulgação/Polícia Civil
Divulgação/Polícia Civil
JGL

A Polícia Civil investiga um prejuízo de cerca de R$ 11 mil sofrido por uma pensionista cadeirante de 77 anos, com suspeita de furtos e movimentações bancárias irregulares. A idosa registrou boletim de ocorrência na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília na tarde de sexta-feira (4).

Os fatos, que envolvem furtos e movimentações bancárias suspeitas, teriam ocorrido entre dezembro de 2025 e junho de 2026, período em que uma cuidadora de 75 anos prestava serviços na casa da vítima e tinha acesso a senhas bancárias, cartão e documentos pessoais dela.

Saques fora do padrão

Segundo a polícia, funcionários do Banco do Brasil teriam identificado saques fora do padrão e a antecipação de um valor equivalente ao 13º salário referente a 2027 na conta da idosa. A vítima teria sido acionada pelo banco e reconhecido os suspeitos em fotos: a cuidadora e um segundo homem, apontado como neto dela.

Antes das movimentações bancárias, uma foto do rosto da idosa teria sido tirada pela cuidadora sem que a vítima notasse — imagem supostamente usada depois para cadastrar o reconhecimento facial no aplicativo do banco. Em depoimento à polícia, a cuidadora negou participação no esquema e atribuiu ao homem apontado como seu neto a responsabilidade pelas transações.

A idosa relatou ainda o desaparecimento de itens da residência: seis pratos, seis copos de vidro, seis panos de prato, dinheiro guardado no local, um liquidificador e uma panela de pressão.

Segunda suspeita

Enquanto trabalhava na casa, por um curto período, uma segunda mulher teria feito compras na Shopee usando dados pessoais da vítima. As movimentações teriam vindo à tona quando a vítima passou a revisar cobranças e lançamentos no extrato bancário, percebendo outras compras que não reconhecia.

Ao deixar o emprego, essa mulher não teria devolvido dois documentos da vítima: o CPF e o carnê do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Encaminhamento do caso

Foi a partir dessa constatação que a idosa buscou a Polícia Civil, seguindo indicação dada pelo gerente responsável por sua conta bancária. O caso, que reúne suspeitas de furtos e movimentações bancárias irregulares, foi registrado como furto, com valor estimado em torno de R$ 11 mil — quantia que a corporação não descarta que aumente à medida que a apuração avança.

A partir de agora, cabe ao delegado titular conduzir o inquérito, apurar as responsabilidades e determinar o montante exato subtraído da vítima.

Acompanhe Gazeta da Cidade

Fique por dentro das principais notícias nas nossas redes:

doe sangue