LEGISLATIVO

Câmara de Marília aprova enterro de pets e apoio a entregadores

Projetos avançam e seguem para sanção com impacto direto na rotina da cidade
Will Rocha
Will Rocha
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Logo no início da semana, a Câmara Municipal de Marília tomou decisões que impactam diretamente a população. Na sessão desta segunda-feira (30), os vereadores aprovaram projetos relevantes e encaminharam os textos para sanção do prefeito Vinicius Camarinha.

Além disso, as propostas tratam de temas atuais e próximos da realidade dos moradores.

Agora, os tutores poderão sepultar cães e gatos em jazigos e campas da família. A Câmara autorizou a prática e definiu regras claras para sua aplicação no município.

Com isso, a cidade se adapta à Lei Estadual nº 18.397/2026. Além de acompanhar a legislação estadual, a medida atende uma demanda crescente das famílias.

Espaços de apoio para trabalhadores de aplicativo

Ao mesmo tempo, os vereadores criaram o Programa Municipal de Pontos de Apoio. A iniciativa garante locais com estrutura básica para descanso durante a jornada.

Dessa forma, motoristas e entregadores passam a contar com mais dignidade no trabalho. Além disso, a proposta reconhece a importância desses profissionais na mobilidade urbana.

Educação, saúde e obras entram no pacote

Na área educacional, o município passa a contar com novas funções pedagógicas na Secretaria de Educação. Com isso, a gestão amplia a estrutura do setor.

Já na saúde, a Câmara ajustou regras de incentivo financeiro para agentes comunitários (ACSs) e de combate às endemias (ACEs). Agora, a legislação também contempla casos de jornada reduzida.

Além disso, os vereadores revogaram uma permuta de área pública no Jardim Maria Izabel Prolongamento.

Por fim, o Legislativo liberou créditos adicionais para investimentos. Entre eles, estão:

  • construção do Parque da Criança
  • reforma da Praça das Bandeiras
  • melhorias no Jardim Cavallari

Propostas rejeitadas

Por outro lado, o plenário rejeitou dois projetos do vereador Junior Féfin.

As propostas buscavam ampliar a transparência nos gastos públicos e criar regras mais rígidas para despesas com publicidade institucional. No entanto, a maioria dos vereadores votou contra.

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