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Empresária de 67 anos teria sido furtada por funcionária

Inquérito apura joias, dinheiro paraguaio e suspeita de sedativos em Marília

Divulgação
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doe sangue

Uma residência no Jardim Acapulco, zona oeste de Marília, é palco de um inquérito que apura suspeita de furto e uso de sedativos contra a moradora, uma empresária de 67 anos que teria sido furtada por funcionária. A mulher de 52 anos, que trabalhava na casa, é apontada como suspeita de levar joias e cédulas em moeda paraguaia da residência, além de supostamente ter administrado substâncias sedativas para facilitar as ações.

Como o caso de possível furto por funcionária veio à tona

Uma testemunha com acesso às câmeras de segurança do imóvel acionou a Polícia Militar na manhã de sexta-feira (14), após identificar nas imagens indícios de que a mulher teria subtraído peças de joalheria no dia 12 de agosto. Entre os itens levados estariam um jogo de pulseiras e colares com brilhantes, joias que juntas somariam R$ 80 mil. A suspeita de que a funcionária estivesse dopando a empresária surgiu depois que a família encontrou medicamentos controlados em local incomum da casa.

Durante buscas no veículo da suspeita, os policiais apreenderam duas notas paraguaias, no valor de 100 mil guaranis cada, que estariam em posse da empresária, além de uma cartela de remédios que a mulher alegou ser de uso próprio. Ao ser questionada, ela reconheceu estar com as cédulas e disse ter levado uma joia dias antes, alegando tê-la perdido em seguida. A suspeita, no entanto, descartou qualquer participação no suposto uso de sedativos contra a patroa.

O que acontece agora

Os medicamentos apreendidos seguem para perícia, e a vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito. Como o furto flagrado nas câmeras ocorreu dias antes da denúncia, a funcionária foi ouvida e liberada, respondendo em liberdade por furto qualificado com abuso de confiança.

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