Uma ocorrência grave de violência doméstica terminou em prisão na noite de terça-feira (31) em Marília. Um homem de 35 anos foi detido após agredir a companheira, que está grávida de quatro meses, dentro da própria casa.
Além disso, ele descumpriu uma medida protetiva que o impedia de se aproximar da vítima, uma auxiliar de enfermagem de 32 anos.
Polícia encontra casal em luta corporal
A Polícia Militar do Estado de São Paulo recebeu o chamado por volta das 19h, no bairro Maracá, distrito de Padre Nóbrega.
Ao chegar ao imóvel, os policiais flagraram o casal em luta corporal. Em seguida, a equipe conteve o agressor e garantiu a segurança da vítima.
Discussão terminou em agressão
Segundo relato da mulher, a discussão começou após desentendimentos por mensagens no WhatsApp.
Ela contou que bloqueou o homem e, ao chegar em casa, foi tomar banho. No entanto, ele entrou no banheiro para continuar a discussão.
De acordo com a vítima, o agressor passou a ofendê-la e fez acusações de traição. Em seguida, ele apertou o pescoço da mulher com as duas mãos dentro do box.
Além disso, ele arremessou um pote de creme, que atingiu o olho da vítima.
Filhos presenciaram a cena
Durante a agressão, os dois filhos menores do casal presenciaram toda a situação e ficaram assustados.
Para se defender, a vítima reagiu e mordeu o agressor.
Além disso, o homem tomou o celular da mulher e tentou impedir que ela pedisse ajuda.
Caso segue para a Justiça
Após a chegada da polícia, os agentes prenderam o suspeito em flagrante e o levaram à delegacia.
No depoimento, ele afirmou manter união estável com a vítima há 11 anos. Além disso, alegou que apenas se defendeu e negou ameaças.
O homem também admitiu que sabia da medida protetiva, mas disse acreditar que ela havia sido revogada.
Diante dos fatos, o delegado confirmou a prisão e pediu a conversão em preventiva para evitar novos episódios de violência.
O caso foi registrado como injúria, contravenção, violência doméstica e descumprimento de medida protetiva. Agora, o suspeito permanece na carceragem da Central de Polícia Judiciária (CPJ) e aguarda audiência de custódia.






