A tarifa do transporte coletivo em Marília permanece em R$ 5,75 após o Sistema Auxiliar de Fiscalização (SAF) rejeitar o pedido de aumento feito pelas concessionárias.
As empresas queriam elevar o valor para R$ 7,36, o que representa alta de cerca de 28%. No entanto, o órgão decidiu barrar o reajuste neste momento.
Prefeito ainda pode decidir
Apesar disso, a decisão não é definitiva. O prefeito Vinicius Camarinha ainda pode autorizar ou não o aumento.
Segundo a administração, a prioridade agora é reorganizar o sistema. Além disso, a gestão avalia outros fatores, mesmo com previsão contratual de revisão anual.
Empresas pressionam por mudanças
As concessionárias apresentaram alternativas. Por um lado, sugeriram tarifa de R$ 7,62, mas o SAF rejeitou novamente.
Por outro lado, propuseram manter o valor atual com subsídio público para cobrir gratuidades e descontos. Segundo elas, esses benefícios representam cerca de 38% dos passageiros.
Além disso, as empresas pediram redução de viagens em horários de menor demanda para reduzir custos operacionais.
Linhas e horários entram na discussão
Durante a reunião, o SAF analisou ajustes em linhas que atendem bairros como Montana, Maracá e Jardim Bandeirantes.
Além disso, o órgão discutiu mudanças no atendimento ao campus universitário e recomendou reforço de ônibus à noite, diante do aumento de passageiros.
Sistema segue em avaliação
Os contratos atuais seguem até dezembro de 2026 e podem ser prorrogados.
Enquanto isso, a Empresa Municipal de Mobilidade Urbana de Marília avalia a contratação de estudo técnico para reformular o sistema.
A proposta inclui revisar regras, linhas e o modelo de operação do transporte coletivo.






