O caso da gata morta em churrasqueira em Garça ganhou novo capítulo nesta sexta-feira (26). A Polícia Civil localizou e prendeu Caê Bellini Saldanha, de 21 anos, em uma residência em Marília, onde ele se escondia da Justiça.
Além disso, o jovem descumpriu o acordo que a própria defesa havia firmado de apresentá-lo espontaneamente às autoridades na quinta-feira (25). O delegado Adriano Marreiro chefiou toda a operação de captura.
Em seguida, a Polícia Civil conduziu Caê à carceragem da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, onde ele aguarda transferência para uma unidade prisional da região.
Mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Garça
A juíza Nathalia Montanher da Rocha Queiroz, da 2ª Vara Judicial da Comarca de Garça, assinou o mandado de prisão preventiva na quarta-feira (24), após o MP-SP protocolar o pedido formalmente.
Como resultado, a medida judicial garante a ordem pública e assegura a aplicação da lei penal, com validade até 24 de junho de 2027. Ao todo, Caê responde por dois crimes: furto (art. 155 do Código Penal) e maus-tratos a animais com morte, conforme o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais.
Câmeras de segurança registraram o crime e identificaram o autor
Na manhã de 16 de maio, o porteiro do condomínio encontrou a gata morta em churrasqueira em Garça ao assumir o plantão de rotina. O animal estava carbonizado na área de lazer do residencial.
No mesmo local, os policiais ainda recolheram uma garrafa com óleo de cozinha e um galão com vestígios de combustível. Já as câmeras de segurança registraram o momento exato do crime, o que permitiu à Polícia Civil identificar Caê com agilidade.
Ainda assim, ele saiu em liberdade após a audiência de custódia no dia seguinte à prisão em flagrante. Somente depois da expedição do novo mandado é que a Polícia Civil concretizou sua detenção definitiva nesta sexta-feira.


