PRISÃO PREVENTIVA

Acusado de matar gata queimada em Garça tem prisão decretada

Mandado de prisão é expedido contra rapaz que teria matado e incendiado gata em churrasqueira
Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais

A Justiça expediu nesta quarta-feira (24) um mandado de prisão preventiva contra um rapaz acusado de cometer crime brutal em Garça. O jovem matou e queimou uma gata na churrasqueira de um condomínio residencial no Centro da cidade. Portanto, as autoridades o prenderão assim que o localizarem.

A juíza Nathalia Montanher da Rocha Queiroz, da 2ª Vara Judicial da Comarca de Garça, decretou a prisão preventiva nesta quarta-feira. O mandado tem validade até 24 de junho de 2027. Conforme a decisão judicial, ela visa garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.

O suspeito Caê Bellini Saldanha responderá por tipificações criminais graves. Além disso, enfrenta acusações conforme o Artigo 155 (furto) e o Artigo 32, parágrafos 1º e 2º, da Lei de Crimes Ambientais. Consequentemente, as penas podem ser severas.

Crime brutal deixa comunidade em choque

O crime ambiental gerou forte comoção na comunidade local. Na manhã de 16 de maio, um porteiro descobriu o felino morto e carbonizado. O animal estava na área de lazer do condomínio. Igualmente importante, ele jazia próximo à churrasqueira do local.

A Polícia Civil localizou evidências que comprovam a crueldade do ato. Próximo ao corpo do felino, os investigadores encontraram uma garrafa com óleo de cozinha e um galão contendo aparentes vestígios de combustível. Dessa forma, eles confirmaram completamente a suspeita de incêndio intencional.

As imagens do circuito de segurança revelaram a identidade do responsável. O sistema capturou o momento exato do crime acontecendo. Assim, a Polícia Civil identificou rapidamente o suspeito e o prendeu em flagrante no mesmo dia. Posteriormente, os agentes o encaminharam à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília.

O rapaz saiu em liberdade no dia seguinte durante audiência de custódia. Porém, após os investigadores encerrarem o inquérito policial e o indiciarem, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) apresentou denúncia formal pelos crimes. Além disso, o órgão solicitou sua prisão preventiva ao tribunal.

Agora, a Justiça atendeu ao pedido do MP-SP e expediu o mandado. Por isso, a magistrada publicou o documento nesta quarta-feira com validade de três anos. Quando localizarem o acusado, as autoridades o prenderão imediatamente para responder pelos crimes perante a justiça estadual.

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