Nem a prisão domiciliar afastou uma mulher de 39 anos das investigações policiais. Na manhã de segunda-feira (1º), ela acabou presa em flagrante por tráfico de drogas após uma abordagem da Polícia Militar no bairro Argollo Ferrão, na zona oeste de Marília.
A ocorrência começou durante patrulhamento pela rua Monsenhor João Batista Toffoli, no cruzamento com a rua Pedro Roberto Sibilhano. Enquanto circulavam pela região, os policiais perceberam uma mulher correndo em direção à suspeita. Por isso, decidiram realizar a abordagem.
Inicialmente, a equipe revistou as duas mulheres. No entanto, nada de irregular apareceu com a pessoa que se aproximava da suspeita. Assim, os policiais a liberaram no local.
Centenas de porções estavam prontas para comercialização
Já durante a revista na mulher de 39 anos, os agentes encontraram uma grande quantidade de entorpecentes fracionados para venda. Além disso, localizaram dinheiro, um aparelho celular e um chip telefônico.
Ao todo, os policiais apreenderam 107 pinos de cocaína, 196 porções de crack, 132 porções de maconha e 36 porções de haxixe do tipo dry ice. Somadas, as drogas pesaram aproximadamente 900 gramas.
Além dos entorpecentes, a equipe recolheu R$ 82 em dinheiro, que também passou a integrar a investigação.
Suspeita afirmou que faria o transporte da carga
Segundo o registro da ocorrência, a mulher admitiu informalmente que recebeu as drogas de um homem identificado apenas pelo primeiro nome.
Ainda conforme seu relato aos policiais, ela faria o transporte dos entorpecentes para outra pessoa e receberia R$ 150 pelo serviço.
Durante a apresentação da ocorrência no plantão policial, os agentes descobriram outro fator relevante. A suspeita já cumpria prisão domiciliar por determinação judicial.
Dessa forma, a condição da investigada reforçou os indícios de continuidade na atividade criminosa. Além disso, a quantidade e a variedade das drogas encontradas pesaram na análise da autoridade policial.
Por fim, o delegado ratificou a prisão em flagrante por tráfico de entorpecentes. Em seguida, a Polícia Civil pediu a conversão da prisão em preventiva, alegando risco à ordem pública e possibilidade de reincidência.
Agora, a investigação seguirá para identificar a origem da carga apreendida e possíveis envolvidos no esquema de distribuição das drogas.




